Dentro da minha alma alguém cochicha que não importa o que cultivo nas pessoas que me cativam, uma hora sou deixada pra lá. 
É a vida e sua multiplicidade que me arrastam.
Eu que de nada fui e nada sou sinto-me cada vez menos sem marcas deixadas em alguém. 
Como uma mera passagem.
Algo que se vai.
Substituído sempre nesse rio do sem fim.
Pouco grita o que faço.
Amanhã outro alguém fará por mim.