O software

Sobe e desce

Esfria e aquece

Maquina simplória

Que age compulsória

Com medo de viver


Dorme e come

Surge e some

Encobre o vício

Sem deixar vesquício

Com medo de se ver


E esse é o homem

Que tudo consome

Alimenta o querer

Esquece-se de ser

“Com medo de morrer”

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