E quando o leão é apenas um gatinho?
Eden Wiedemann
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Muito bom o seu texto e as reflexões do Kassaei, mas… Imagino que ele, sendo o chefe máximo da criatividade da DDB, será daqueles que colocam objetivos de prêmios por sucursal em cada país? Já estive na DDB e sei o quanto é sufocante a pressão por ganhar representatividade em Cannes. E a maneira mais “fácil” é apresentar trabalhos onde a criatividade flui livremente e, melhor ainda, se tiver um componente social para “tocar a fibra” sensível da audiência.

A minha reflexão é: será mesmo que só a agência se esquece dos princípios básicos de melhorar a vida das pessoas a través da comunicação? E o cliente, que não aprova campanhas sensacionais, porque está correndo atrás de objetivos internos? Todo mundo se esquece das pessoas, no fim das contas.

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