Redescoberta

Mais uma vez eu acordei atarefada, agoniada, destrambelhada, outros adas e um adjetivo não-ada, porque a ansiedade também estava por ali. Quando estou assim, já sei que o dia espera muito de mim, mas que certamente decepcionarei meus guias mentais… a procrastinação sempre aparece quando a agenda parece cheia demais. Numa dessas ondas de vou-tirar-10-minutos-pro-twitter-sabendo-que-eles-se-tornarão-1-hora, encontrei um sujeitinho por lá despejando palavras que foram exatamente onde quer que seja a área do cérebro responsável por me atingir assim… de jeito. E pimba. Substituí minha hora de bobeira no twitter por uma manhã inteira do mais puro, belo e conhecidíssimo (como Leona) desagraçamento mental. Esse parecia um texto diferente das mil idiotices de amor que vivo por escrever, mas lamento informar-lhes. Esse texto é mais um deles. Porque eu percebi que só escrevo sobre o que não consigo expressar. E o jeitoso do amor fica meio grudado assim por dentro igual visgo de jaca (Céu ❤). Esse amor visgo de jaca, para mim, explica muitas coisas. Explica o porquê da minha dificuldade de fazê-lo fluir aqui de dentro. Haja óleo de soja (receitasdeavó.com). Me mostra que ele também permanece ali, viu… E isso retorna lá à historinha do twitteiro maldoso e do desgraçamento de juízo.

Depois de uma tombadas e outras na vida, juntei os pezinhos 34 e jurei ter deixado o coração cair por ai nesses tropeços. Asseverava ter permitido o ascendente em caprica sapatear um sambinha de Mart’nália por cima do sol intenso leonino. Mas eu li o tal do tweet, sobre o qual dou mil e uma voltas e esqueço.

E talvez seja melhor assim. Essa história era para ser sobre minha redescoberta depois de uma leitura traumática. Mas essa história sofrida e bonita (no finalzinho) eu conto outro dia…

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