O que fazer com essa tal saudade?

Anderson Andrade
Jul 22, 2017 · 2 min read

É duro quando nos acostumamos com alguma coisa e de repente não temos mais aquilo, a mudança, a perda desse algo, isso mexe com nossa mente e abala (nem que seja só um pouco) o nosso psicológico. Não importa o que seja, vai nos afetar. E pior ainda quando falamos de pessoas. Dói demais!

Nossos sentimentos afetivos ligados as relações pessoais tem um poder enorme sobre nós, é o mais forte dentre todos sentimentos, e o mais delicado de lidar. Pense agora em alguém que você costumava ter em sua vida e agora não tem mais, tenho certeza que surgirão memórias e sentimentos na sua mente, aí vai vir a tal da saudade. Aproveitando, você sabe o que é saudade? Eis a definição: “Sentimento melancólico devido ao afastamento de uma pessoa, uma coisa ou um lugar, ou à ausência de experiências prazerosas já vividas”. Assimile isso e sinta o quanto esse trem é forte!

Independentemente de quem seja essa pessoa eu sei que você gostaria de tê-la de volta, senão afinal não sentiria saudade, mas e quando ela parece não querer voltar pra sua vida? O que fazer? Aí você conversa com um alguém e este diz: “Você pode substituir essa pessoa por outra, ninguém é insubstituível! ” E você até acredita nisso até alguém se tornar extremamente importante pra você e de repente, sem mais nem menos, te abandonar! Sem ao menos dar uma satisfação… ou até mesmo dando, mas o golpe é forte!

Às vezes encontramos alguém que combina tanto conosco que você chega até a pensar que ela seja seu clone, ou alma gêmea, ou uma extensão de você mesmo, e aí essa pessoa ganha um valor inestimável em sua vida, e dentro desse valor está incluso o poder de ser insubstituível…

E aí? O que fazer? Ligar, mandar mensagem, ir até o portão da casa dela, escrever textos, enfim, são só essas as alternativas? Como tê-la de volta e matar a saudade e preencher o vazio que ela deixou? O que você, caro leitor dessas minhas palavras, faria? Correria atrás desse alguém para ter de volta a pessoa e reviver as experiências prazerosas já vividas? Ou simplesmente buscaria substituir ela? Coisa difícil hein…

Tem uma música antiga do nosso grande Alexandre Pires que diz assim: “O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade? ”. Já eu gostaria de perguntar: O que fazer com essa tal saudade?

Anderson Andrade

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Um cara apaixonado por afeto e reflexões… WhatsApp: (11) 97044–2499

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