Será que você sabe amar?

Um dos maiores, senão o maior, dos sentimentos humanos é o amor. O amor romântico, o amor fraternal, materno, paterno, material, ágape, etc… Seja qual for o tipo, certamente é o sentimento que mais mexe com nós, pobres mortais. E isso é facilmente identificado por aqui, nas redes sociais, onde despejamos uma parte de quem somos e do que sentimos.

Desde pequenos ouvimos a famosa frase “Eu te amo”, seja dos nossos pais para nós quando ainda pequenas e doces criaturas, seja em canções sofridas e apaixonadas do sertanejo e da MPB que faziam sucesso quando éramos crianças, a expressão do sentimento mais afetuoso de todos é algo que afeta qualquer um que possuam um coração, um cérebro e sentimentos. E isso é algo extremamente complicado.

Amor pode nos remeter desde à desejo e paixão, até carinho e bem-querer, ou sofrimento e angústia. Depende do tipo de relação em questão é do conjunto de sentimento, expectativas e experiências em relação à isso, tudo é relativo. Por exemplo, neste momento estou amando escrever esse texto, mas posso me decepcionar ou odiá-lo após publicar e ver as reações (ou falta delas) por parte de quem lê (ou ignora). Do mesmo modo é com relacionamentos, você pode amar alguém em determinado momento até passar a detestar após uma experiência negativa ou experimentar a indiferença do mesmo. Sabe por quê? Porque o amor é resultado daquilo que o “amor” faz!

Quando dizemos que amamos alguém devemos nutrir essa relação com atitudes que condigam com nosso discurso: ser atencioso, carinhoso, compreensivo, prestativo, amável, enfim, ser quem a outra pessoa espera que sejamos por dizer amá-la! Mas sabemos que, na prática, é praticamente impossível ser assim o tempo todo com esta pessoa, seja ela quem for: Marido, mulher, pai, mãe, namorado(a), amigo(a), irmão, amigos, etc… Em qualquer relacionamento em que se chega ao ponto de dizer que ama, ou seja, onde se estabelece uma forte relação emocional, qualquer acontecimento pode abalar isso e destruir aquilo que se levou tempos pra construir! Claro que, às vezes, pode acontecer um ruído que abala essa relação, mas não destrói, mas pode ser uma experiência determinante para afetar a expectativa que tínhamos sobre o relacionamento em questão, como citado acima, passando a acabar com todo aquele amor…

E o que me vem a mente é: Será que sabemos realmente amar? Se soubéssemos a essência do amor saberíamos lidar melhor com nosso conjunto de sentimento, expectativas e experiências que temos em cima dos nossos “amores”, evitando assim tantos desgastes e desilusões, seja com quem quer que for a pessoa amada. Sentimento é foda, e o amor é o mais complicado deles, porque mexe com nosso emocional e influencia no nosso comportamento.

O que gostaria de trazer aqui é: Você sabe amar? Sabe o que é amor? Seu conjunto de sentimentos, expectativa e experiências estão equilibrados? Você age em prol de nutrir o amor? Lembre-se: o amor é resultado das suas ações para com quem se ama! Será que você sabe amar?

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.