Rasgar a existência: talvez a fé vire um motor contra a vida

Você ver que este título aí acima nos aparece bastante complexo, se não é para você é para mim que escrevo, que me proponho nesse caminho: observar, pensar e descrever a existência o segundo qual escrevo. Não sei bem como começar, mas quero dizer alguma coisa assim:

A teologia da prosperidade talvez não passe da união comercial de um Cristo com um mundo impossível de permanecer em suas regras, aquelas primeiras lá da solidariedade, ajudar aos diferentes e fazer uma tal missão para ajudar aos humanos na compreensão de seus propósitos na terra. E a teologia da prosperidade é isso: as comercializações das realizações a partir dos que acreditam que algo possa ser realizado, ou melhor, capitalismo motivacional, “vencer é bom e é importante” eles dizem. E é bem assim, cada vez que as pessoas competem na vida o capitalismo vence a todos nós. E não foge do sentido que é manter os homens existindo em um caráter totalmente moralizante ou hipócrita, dentro de caráter sistemático e funcional.

A palavra chave nesta ordem é “fé”. E esta pode resolver todos os problemas seu ou do capital. E ambos.

Quando você vai à uma igreja e ver todo aquele caráter de homens da fé expulsando demônios de dentro do corpo de outras pessoas você se volta para si mesmo e pensa por um instante “se eu faltar com a fé pode ser que os demônios venham a me assombrar” e aí o que fica mais claro ainda dentro da sua existência é o seu delírio contra teu corpo quando se observa que pensar nos sentimentos do sexo é imensamente cruel ou sujo para o deus ou os anjos. A existência vai se extinguindo aos poucos ou bem rápido mesmo, já que é apresentado contra si próprio uma contra-condição ao corpo e também muito mais uma salvação impossível de um deus sem sexo, quero dizer, me perdoe se isto te transtorna, mas o deus sem sexo é o deus capitalista ou deus moralista. E esta contra-condição é bem a apresentação de algo que é desvirtuoso para o corpo.

Podemos volta à palavra “fé”. Esta palavra é um transtorno egoísta dentro de cada homem e cada mulher que querem provar para si mesmos o poder de chagarem na frente, de se arrancarem na vida, a busca e a confirmação da certeza do bem-sucedido. Então essa palavra é uma espécie de motor que empurra uma parcela das pessoas para a labuta. Mas não é só labuta. Todos os humanos tem objetivos de realizações, eu acho. Falo de uma labuta carregada pelo desejo de realização. Você tem a obrigação de ser feliz: aqui, achei: como ser feliz dentro desse sistema? “Felicidade-sistemática” (capitalista). Então a labuta é constante. Uma pena é que o humano não o será e não o é. E essa teologia vem nestes motores: homens que fazem consumo da terra, tempo, energia, filho, existência, deus, benção, felicidade, capital, apatia. Há um imenso perigo de se prender em canais estatutuários a empatia, a relação com a vida. É pesado viver esse presente de realizações. A incontinuidade daquilo que é humano dentro destes caráteres de coisas está precisamente no fato de que estes caráteres de coisas são evidentemente constantes. Como se uma parte considerável do mundo fosse uma imensa granja com bares e shoppings, uma vitaminada ou recarregada para os serviços. E claramente que há executivos nisso tudo, mas eles dizem: “tenho de manter meu emprego, minha vida”. E uma parte subalterna continua a motorização da vida e da fé no serviço de um mundo egoísta.