Eu também fiquei incomodado com a música, mas também com a taxação que fizeram ao Flávio a partir…
fjunior
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Opa, e aí!

Pois é. Eu tenho o maior pavor de encontrar tweets meus lá dos idos de 2009/2010, hahaha. Mas o importante é contestar e estar disposto a mudar a perspectiva que se vê algo, né?

Depois disso dessa música do Estupro, comecei a repensar sobre algumas outras músicas do Cascavelletes e… e desceu mal, ao contrário do que era no passado. Agora, já tendo lido Lolita do Nabokov, por exemplo, foi foda ler a letra da “Moto”, que diz: “Ela só tem treze anos / e solta fumaça pelos canos / Mas quando sai com outro rapaz / Ela vira o santanás / Deixa eu andar na sua moto / Mas quem vai na frente é você / Eu sento na carona” (sei até de cor essa porque costumava gostar muito).

Mas não dá pra incriminar o indivíduo pela forma que ele pensava no passado. Acho que se ele reflete e percebe a problematização, é isso que importa. Entender o potencial ofensivo que se contém em algo que até pouco tempo atrás a gente achava ok.

E comigo também, todo esse tipo de movimento acaba sendo muito esclarecedor! É difícil para nós percebermos o que as mulheres enfrentam todo dia. Recomendo uma série chamada Master of None, de comédia, escrita, produzida e estrelada por um comediante chamado Aziz Ansari. Ela é do Netflix e aborda essas questões de uma maneira bem legal. Vale a pena (se é que você já não conhece). :-)

Obrigado pelo comentário, abração!

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