

Sou uma pessoa “das letras” e amo observar o quanto a língua impacta a vida das pessoas. Trabalho as palavras para as marcas e as marcas que as palavras deixam.
udar, mesmo se …como se fosse um problema totalmente possível de ser resolvido por aqueles que desejam vender algo: “As marcas antes achavam que você deveria se sentir de um jeito sobre si mesma, e agora elas decidiram que isso não é mais apropriado para seus objetivos. Como você fala sobre si mesma deve mudar, mesmo se nada tiver mudado substancialmente para que a forma como você se sente também mude de verdade.”
…nheiro para produzir coisas que façam com que essas mesmas mulheres se sintam mal consigo próprias. Isso aconteceu porque as marcas entenderam que, ao fazer campanhas com o mote da “verdadeira beleza”, sem Photoshop, elas ganhavam uma maior exposição por menos dinheiro investido.
…iais e empresas de bens de consumo tomem uma atitude e possuam um posicionamento político e social? Até que ponto esse tipo de postura é efetivo e quando ele passa a ser uma estratégia de marketing que se aproveita e se apropria de discursos e movimentos políticos que, em sua origem, podem até ter sido anti-capitalistas? É isso que a jornalista Amanda Mull discute em seu provocador texto “Body positivity is a scam”.