Tô na lanterna.

(…) Sou gaga ao escrever, nada sai com sentido, tudo é incompleto, sibilado, travado paulatinamente.

As palavras prendem outras que sozinhas, chegam a lugar algum. Eu tenho vergonha de cada letra escrita até aqui, e não busco nada a não ser a liberdade de deixar que o ponto final cale toda essa gritaria dentro do meu peito, ou do seu.

E são tantas marcas que já fazem parte do que eu sou agora, mas ainda sei me virar.