Trâmites do Eu, com a profissão

De acordo com algumas experiências, percebi que em mim existe uma crise que antes eu não conhecia, o autoconhecimento floresceu em minha mente me trazendo uma grande dúvida do quem eu sou, e quem quero ser.

Sempre fui criada muito oprimida, no sentido de: você precisa ser uma boa filha e uma boa aluna, e na escola só havia um reforço disso:

“faça os deveres se não vai perder ponto”

De fato, tive professores muito rígidos e muito mais velhos — o famoso conflito de gerações. A escola era pública, mas o sistema era quase militar. Por esse histórico de pragmatismo, me tornei, no entanto, uma pessoa extremamente organizada, focada e exigente — agradeço por isso — mas estou no embate pela profissão que escolhi, que me força a ser proativo, ter visão sistêmica, tenha uma boa articulação em público.

Diante disso tudo, eu penso, será que é possível mudar uma natureza tão enraizada? exercendo o processo de introspecção, descobri que tenho pouco dessas habilidades. Escolhi Relações Públicas porque só nessa profissão que poderia atrelar minha paixão que é planejamento, com pessoas e relacionamento. É possível mudar minha essência para se adequar nessa profissão?

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