Uma cena tipicamente “Queercore”

Uma iconografia “Queercore”

Desde que comecei minhas pesquisas sobre “Queercore” (ou “homocore”), me deparei com várias imagens que transmitem uma certa ideia de “iconografia” do movimento —um assunto que pretendo analisar com mais critério.

Se uma “estética punk” já soa inquieta, contestadora, desafiadora do status quo, enfim, transgressora, uma estética “queercore” é duplamente tudo isso. Bruce Labruce, um dos ativistas mais engajados no movimento, trabalha em alguns de seus filmes a ideia de descontrução no próprio contexto underground questionando sua heteronormatividade, assim como a banda Limp Wrist.

Promo da banda Limp Wrist
Queer + punk, a essência do queercore
Cena do filme The Raspberry Reich”, de Bruce Labruce
Cena de “Skin Flick”, de Bruce Labruce

As imagens dão uma pequena dimensão de que o movimento “queercore” desafia a heteronormatividade de uma forma mais radical que as representações dos grupos LGBT na mídia mainstream.