Self love.

É tão doido isso de insônia né? A gente se pega pensando em tanta coisa diferente ao mesmo tempo, é um turbilhão de emoções que não tem pé nem cabeça, mas que de vez em quando é até bom, às vezes acho que se não fosse pela falta de sono a minha imaginação não seria tão fértil como é.

O negócio é quando de madrugada vem aquele tópico que a gente evita ao máximo pensar, mas ele vem mesmo assim… Eu não sei falar sobre amor por realmente nunca ter vivido um intensamente louco e que durasse. Na verdade tudo o que eu tive foram dores de cabeça kkkkkk, dores o suficiente que me fizeram entender que o amor verdadeiro é e sempre vai ser o próprio. Admiro eu aqueles que encontram a cara metade e que se entregaram de maneiras jamais vistas antes, mas o que eu admiro mais é o poder de me amar, tanto a ponto de querer casar comigo mesma (risos).

Ter a companhia de alguém é bom né? Não vou negar que eu AMO acordar com alguém do meu lado, de ter alguém pra ir, conversar, fazer besteira e planejar 89 mil coisas que pelo menos pra mim nunca se concretizaram (triste). Mas mais do que isso ter a minha companhia não tem preço, não tem dor de cabeça (na maioria das vezes), é cheirosa e não se mexe na hora de dormir (graças)… Demorou e muito pra aceitar o amor próprio, demorou até demais pra se quer gostar de mim mesma, mas essa hora chegou e no momento certo. Me levei pra viajar e conhecer coisas maravilhosas, inclusive pra cidade do amor aka Roma eu fui sozinha e cara… Foi triste! Não vou mentir que dava uma dorzinha no coração de vez em quando de ver tanta gente linda e junta e eu lá sozinha, mas a vida tem dessas e é por essas e outras que hoje eu sou tão evoluída. Depois de muito me incomodar acabei aprendendo que não tem nada de errado em querer ser sozinha, há quem ache muito depressivo tal ação, mas eu juro que é bom e muito!

Independência e amor próprio foram as coisas mais presentes no meu ano, recomendo a todos tirar um tempinho pra cuidar de si mesmo, conhecer a si mesmo e ver que se amar é bom, se amar é lindo! Não é individualismo ou egocentrismo, é saber que conviver com você pode ser perfeito e que nem a melhor companhia do mundo pode tirar isso de você.