toda noite, deitar a cabeça no travesseiro é como um gatilho que dispara os pensamentos responsáveis pelo inferno a qual minha mente se tornou. logo me vem o quanto é dificultoso construir uma relação, seja ela afetiva ou não, que persista, que seja contínua, perene, sem efemeridades. enjoada de sobreviver. eu preciso é viver. sentir. gritar. amar. ter a certeza de que estou aqui, mas feliz. bem. poder não só olhar, mas observar cada detalhe ao meu redor com atenção e sensatez. hoje, estou num vazio. eu sou o vazio. por favor, que ele não seja infinito.

anna
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