Kiss Me (Thai) (2015)

Taliw é uma menina desajeitada que tem uma queda por um gênio popular da escola, Tenten. O rapaz acaba de voltar do Japão com sua família e intercala momentos em que a trata com bondade e se preocupa com ela com outros em que faz piadas e a envergonha na frente de todos. Os pais de Taliw e Tenten são amigos íntimos e quando a casa de Taliw é destruída ela é forçada a morar com ele. O melhor amigo dela, King, que é apaixonado por ela, está tentando o seu melhor para conquistar seu coração. Taliw também tem uma rival, Namkang, uma garota que é mais alta, mais bonita e mais brilhante do que ela. Namkang parece ser a pessoa perfeita para Tenten. O que Taliw vai fazer com esta situação?

Essa é a versão da Thailand para uma história que sou absolutamente fã de carteirinha e muito suspeita pra falar sobre. “Itazura na Kiss” — a história original é um mangá — e já teve muitas adaptações: um anime, duas japonesas (sendo que a primeira poderia ser muito bem apagada do mapa.. ¬¬), uma coreana, duas temporadas em taiwan e agora essa.

Em todas suas adaptações, tiveram modificações na história, mas acho que nenhuma modificou tanto quanto essa. E no começo dos episódios tive certo receio por conta disso… Afinal, ninguém gosta de ver sua história favorita sendo modificada, mas, felizmente, achei que deu tudo certo e acabei me apaixonando por essa versão também.

Taliw é bem aparecida com suas outras versões (Kotoko da nova versão é a que eu gosto mais *.*). Ela é meio lerda, burrinha, não sabe cozinhar, não é boa nos estudos,desastrada, mas tem um grande coração. E sempre tenta fazer o seu máximo para alcançar seus objetivos — que nesse caso, é o Tenten. A atriz, Aom Sucharat, soube muito bem dar vida a Taliw. Não tem como não bolar de rir com todas as tentativas da Taliw de se aproximar do Tenten. Ou as caras e bocas que ela fazia em outras cenas.

Diferente de suas outras versões, o Tenten é mais expressivo sobre “gostar” da Taliw. Você consegue — de fato - ver que ele gosta dela, logo no começo. Até porque a história foi modificada, e ambos se conheceram quando crianças, mas isso são meros detalhes. Entretanto, ele ainda consegue ser tão irritante e provocativo quanto o Naoki original (ou até mais). hahaha

Tentando lutar pelo amor da Taliw, temos o King, seu melhor amigo. King é um amor e realmente fiquei com peninha dele, porque você sabe que ele não vai ficar com ela, mas se pega torcendo por ele, quando o Tenten fica fazendo merda. rsrs Ou seja, King é o cara na “friendzone” eterna. Ele sempre está ao lado da Taliw, disposto a fazer qualquer loucura para animá-la e fazê-la enxergar que existe outras opções além do gênio-Tenten.

Como eu disse, eles mudaram a história, nessa versão, Taliw e Tenten eram amigos inseparáveis quando crianças. E ele gostava dela. Então, algumas coisas aconteceram e eles se separaram. Ele volta para a Thailand, mas ela não lembra dele. (e isso deixa ele com raiva…- nós entendemos Tenten!) Como nas versões anteriores, a mãe dele ainda quer muito juntar os dois (e continua meio louca). Senti que nessa versão, a mãe dele procura entender melhor os sentimentos dele, e ela é responsável por alguns conselhos muito importantes na história.

Mudanças na história a parte… Esses dois rendem muitas, MUITAS cenas fofas. Acho que foi isso que me fez me apaixonar pelo *Lakorn (como são chamados os dramas da thai).

Taliw e Tenten juntos eram fofos, engraçados, fofos de novo… Então, o Tenten fazia alguma coisa que nos (eu e a Taliw) deixava com raiva e odiávamos ele. E então, ele era fofo de novo… E isso se tornou um ciclo sem fim.

As tiradas da Taliw com ele também eram ótimas. Ela conseguia deixar ele visivelmente sem graça às vezes… Ao mesmo tempo que (ao contrário das outras versões) ela soube se defender bem contra ele. Foi outro ponto que gostei muito. Taliw não aguenta calada, ela aprende a responder, se impor e de certa forma, fazer o Tenten sofrer em alguns episódios. O que achei bem feito para ele aprender.

E eu que me apaixonei por Mike e Aom em “Full House”, tornei a me apaixonar por eles novamente. E acho que acabei me juntando aquela galera que “shippa” os dois na vida real (AoMike), porque eles são perfeitos juntos.

Ah, e a OST, assim como “Full House” é o Mike que canta… E é viciante.

Então, para assistir confere o viki (legendado em PT).
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