O programador e o risco
Evaldo Barbosa
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Sagaz, man!

Confesso que a priori partia desse princípio de “esperteza” por parte de quem propõe participação <i>caso dê certo</i> (o que não quer dizer que, de fato, não exista às vezes); mas como tu bem pontuou, cabe a nós, devs, sermos um pouco mais ~businessMan, e não sermos um mero codificador quando alguém sugerir sociedade e sair de peito aberto numa ideia que não acredita e nem sabe como realmente vai se sustentar;

Além disso, é claro, o outro lado da sociedade também terá suas responsabilidades, seu know-how sendo agregado ao negócio, e creio que tudo isto deve ser dialogado pré-linhas-de-código. Caso contrário vira relação patrão-empregado mesmo.

E a prototipação & reutilização de código estão aí pra evitarmos essa perda de tempo/retrabalho, não é mesmo?

Se está alinhado ao seu propósito e você viu uma fagulha de possibilidade, por que não?

Cada um deve saber em qual barco está entrando. Inclusive quando o barco é seu.

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