Cunha mirou um alvo, acertou outro
Cileide Alves
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Muitro bom, muito bom mesmo, seu comentário acerca da votação do IMPEDIMENTO (se tem a definição em português, porque se falar em outra língua?) na Câmara Federal. Realmente estamos “mal das pernas” com nossos representantes. Dizer que são desqualificados é pouco, mas isso vem de longe. Quando se trata de “aparecer”, quando se coloca diante deles um microfone livre, com audiência garantida, é que se vê a “burrice” e a “canalha” que nos representa. Com o Collor foi igual. Chegaria a ser cômimico, se não fosse trágico, se alguem fizesse uma montagem da “qualidade” daqueles votos de baixo para cima… Bem, falei, falei, e não é isso o que queria dizer, o que penso é que se nas empresas e órgãos públicos se faz concursos para tudo, até, para alguém que vai se sentar numa cadeira e passar o dia todo “batendo um carimbo” nos papéis, por que então não se fazer um concurso com os candidatos a cargos eletivos? Por que a “Pátria Educadora” não monta um curso de políticos onde se aprenda, até, a língua portuguesa e as quatro operações de aritmética? E, claro, outras matérias inerentes.