turbilhão: como as coisas tem sido ultimamente.
tenho fechado os olhos e pedido pro tempo: volta. e nada dele responder.
posso sentir teu abraço, repetir que te amo, sentir teus braços me envolvendo, teus dedos beliscando, te sentir aqui. tua ausência ainda me assusta, assim como a saudade ainda me busca todos os dias, sem hora nem demora. já se passou uma semana e eu ainda não consigo processar, nem lidar, mal pensar.
com muito pesar vou sobrevivendo aos dias, cinzas como são sem saber de ti. não sei o que fazer depois do adeus. o coração aperta, dói, sangra e chora. me diz daí onde está tu o que fazer sem tu aqui, hein?!
as palavras ficam em trânsito, entaladas na garganta. o silêncio se instala em mim, enquanto a dor me percorre. não sei como aguentar, só sei que vou.
