eu gosto de sair colocando gifs perdidos pelo texto, esse é o primeiro aviso.

Eu não sei se tem que fazer um texto de iniciação, algo que explique o que pretendo escrever aqui e os motivos que me levaram até isso. Mesmo na dúvida sei que me sentiria mal se apenas começasse a jogar uns textos por aqui, me daria a sensação de perdido e a eterna preocupação de que eu necessito organizar esse espaço, estabelecer uma ordem, o que me afastaria de manter esse blog porque eu viveria adiando essa organização.

Então aqui estamos (você ai, não sei bem o que você está fazendo, mas eu estou sentada, tomando café e lidando com uma sensação de 32 graus, algo totalmente novo para mim já que não é nem meio dia e já passamos do verão [talvez eu possa escrever sobre minhas tentativas e desesperos de me acostumar nesse clima]).

Os motivos que me levaram até aqui, “até aqui” digo esse site e não escrever, poderia se resumir na facilidade. Sou preguiçosa, tive alguns blogs espalhados por esse mundo online, mas o único que aprendi a mexer faliu (acho que eu era a única pessoa que ainda usava ele), os outros me pareciam uma confusão, themes sem graça, onde eu teria que voltar a mexer em códigos que não mexia desde minha época no tumblr (sdds reblog) e nem sabia se era trabalhado ao mesmo modo.

O por que escrevo ou o que vou escrever é difícil, escrevo porque preciso e as vezes porque sinto que preciso, mesmo que a preguiça me impeça de abrir o Evernote e começar algum texto novo. Escrevo porque eu gosto, mesmo que eu não esteja escrevendo muita coisa que preste (uma amiga diz que escrevo bem, não me convenço disso, apenas acho que sou um bom drama ambulante), escrevo também porque não consigo pensar em outra coisa que consigo fazer (posso escrever mal [mas na realidade o que é escrever mal ou bem?], mas é a única coisa que sei fazer de melhor).

Uma vez vi um texto ralhando com quem julgava que os próprios textos eram mal escritos, se você acha que escreve mal e expõem esse pensamento como vai fazer alguém querer te ler? Alguém confiar em você, no seu texto minutos de sua vida que jamais irão voltar? Eu não sei. Estamos aqui para desenvolver tudo isso, desenvolver a escrita. Eu, particularmente, depois de um tempo que escrevi o texto gosto dele, gosto de como não faço ideia de aquilo saiu de mim, de como criei tudo os personagens, a conversa, um drama que não parece o meu. Acho que o que preciso é trabalhar a auto estima e parar de ser tão critica comigo mesma, peço que confiem na minha amiga, se ela diz que gosta do que escrevo, então confiem nela, mas sem ficarem cheios de expectativa com o que possa vir.

O que vou escrever já dá para saber, sou uma confusão e um drama ambulante, não sei pra onde estou indo e nem como estou indo, mas espero estar indo. Faço uns contos grandes demais para se colocar num blog, escreve alguns textos perdidos demais para se compartilhar, escrevo algumas crônicas que encerro antes que consiga concluir o que tô tentando ou pensava falar.

Espero fazer uns textos interessantes para postar e alguém se achar na confusão, alguns contos, crônicas que consiga enxergar que tô conseguindo falar algo além de besteiras, ou posso só postar algumas besteiras que acho interessante. Vejo muitas séries e filmes, leio muitos livros então provavelmente haverá resenhas e minhas reações com essas coisas.

Tudo isso aqui está para ser desenvolvido, eu, quem vai ler, o que será lido ou escrito. Mais tarde faço uma descrição melhor do que: não sei. Prometo (eu acho).

Arielle, 20 anos.

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