De repente 30… (vixe, agora fu…!)

O dia amanheceu, e como no título daquele filme você acorda e percebe que de repente chegou os trinta anos. A magia dessa idade está na percepção de que não se é tão jovem para ser jovem, mas também não é tão velho ao ponto de achar que tudo está perdido ou, melhor, que não se possa fazer mais nada de diferente.

Mas daí vem aquela perguntinha que já te rodeia há alguns anos: e agora?

E você vira, se mexe, remexe, vira de cabeça pra baixo e não percebe nenhuma resposta aceitável para responder o famoso questionamento. E agora?

O que resta é revisitar os velhos sonhos, planos e metas e se perguntar onde é que você chegou. Não se assuste! A resposta possivelmente não será aquela que você sempre acreditou.

Os anos passaram, talvez tenha feito uma, duas, três graduações. Talvez esteja (assim como eu) pelejando para terminar a primeira.

Às vezes imaginou — se aos trinta, casado (a), com filhos, com casa própria, carro, um bom emprego e… percebe que nada disso aconteceu (não se desespere!!).

Você começa a esmiuçar o que fez da vida, onde chegou e as causas que te levaram a ser quem você é!

Como um raio, um insight, uma luz no fim do túnel (ou das lembranças), você percebe que não está tão mal assim… apenas não fez o que esperassem que você fizesse. Talvez você foi mais além do que imagina e, agora, é hora de colocar os “pingos nos is”, de refazer seus planos, metas… de repensar seus sonhos.

Ah! Sonhos… o que seria da vida sem eles. E nos trinta, então, sonhos se tornam de fato e efetivamente seu maior combustível para se manter tranquilo perante o quadro que se desenha da sua vida.

E o que fazer agora?

É, essa pergunta ainda soa estranha, e vem acompanhada com o “vixe, agora fudeu”!

Bem, se fudeu, levante as mãos para os céus e agradeça, porque uma das principais lições dos últimos trinta anos é que se fudeu, então tá bom!

Continue sonhando, “chute os baldes” que ainda têm de ser chutados, deixa pra trás tudo aquilo que não te faz bem, sonhe, sonhe, sonhe… mas transforme teus sonhos em realidade.

Lembra — te da infame pergunta de quando era criança, “Fulano, o que quer ser quando crescer?”

Pois é, continue respondendo a essa pergunta, porque nunca crescemos o suficiente para deixar de respondê — la, afinal de contas, 1,71m nem é ser tão grande assim né?

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