Símbolos Que Encerram Uma Grande Força Mágica. A História Da Imagem Da Marca Splendia Regius / Global Monarchy

«No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.» (João 1:1)

Em vésperas de vos apresentar a imagem da marca de luxo que estou para lançar, em conjunto com o notável designer e meu Amigo Pedro Marques, resolvi partilhar-vos parte do estudo e pensamento por detrás do design. Partilho-vos conhecimentos que, apesar de já ter devorado a literatura comum sobre a temática e já ter participado nalguns projectos bem sucedidos - com designers de topo, reconhecidos internacionalmente -nunca encontrei. Fui ao busílis por detrás das imagens mais majestosas e intemporais: brasões, bandeiras, símbolos, etc. E o âmago encontra-se na história. Consultei um historiador de nomeada e os seus arquivos. Os trechos seguintes poderão ser lidos numa óptica bem actual de discussão entre grandes agências de design sobre a diferença entre um logótipo e uma imagem e/ou a indiferença entre ambos. Não só nunca encontrei informação como a que trago à luz, nesta óptica, como espero que assimilem a importância que a imagem / logótipo pode ter. Se lerem as entrelinhas, assimilarão que têm muita.

Os símbolos, como as bandeiras, são verdadeiros mantos protectores para que determinados princípios mais elevados de um povo não pereçam durante a luta pela sua evolução. Permitindo que esse mesmo povo possa atravessar, são e salvo, os «invernos» a que periodicamente está sujeito e ressurgir assim, na etapa ou época justa, como a Fénix, renascida de suas próprias cinzas.

Por detrás de cada símbolo ou bandeira oculta-se uma verdade cíclica. A bandeira é a expressão sintética de certa verdade universal, ligada a um povo ou a uma raça, em determinado ciclo evolutivo.

Na bandeira de cada povo se acha expresso o propósito oculto de suas gentes, o sentido secreto da sua formação e desenvolvimento. E também a maneira como deverá florescer a sua civilização. Não há País sem Bandeira, nem Bandeira sem País. Ipso facto.

Nos símbolos, nos emblemas e nas bandeiras que ornam os monumentos, os templos e os palácios, concentram-se representações de atributos e qualidades. Que assumem uma forma definida e objectiva no inconsciente do povo. De tal modo, que se poderá dizer que em tais emblemas há como que deuses ou heróis guardiões que os personificam e nos quais se encontram sempre os vestígios dessa incorruptível linguagem universal dos símbolos. Até mesmo os caracteres alfabéticos, hierogramas ou pictogramas usados pelos homens - nas suas várias fases de evolução - dela se derivam e nela se amoldam.

As bandeiras encerram sempre uma grande força mágica. Exercendo, por isso, poderosa influência sobre os povos que a elas presidem. Elas, como símbolos do inconsciente colectivo, expressam uma força psicológica de excepcional transcendência. Capaz de promover a transmutação da energia latente, adormecida no imo de cada um, em energia patente, dinâmica. Isto torna-se mais efectivo e evidente à medida que as populações cerram fileiras, conscientemente, em torno do seu emblema maior. Pois a bandeira recebe sobre si a transferência das aspirações. Devolvendo a seguir, a esse mesmo povo, todo o potencial energético captado, mas devidamente transmutado e adaptado, sob a forma de nobres sentimentos patrióticos e ímpetos realizadores. Esta é uma transformação mágica que se vem realizando através dos tempos, de etapa em etapa, de ciclo em ciclo, desde as origens da Humanidade até aos nossos dias. Por meio da representação simbólica, dos emblemas e, sobretudo, das bandeiras que põem em actividade os poderes interiores do Homem.

É como diz o Professor C. C. Jung: «Todo o desenvolvimento psíquico se expressa por meio de símbolos. Historicamente, sempre foi representado por símbolos e é através destes que ainda hoje se manifesta o desenvolvimento individual e colectivo da personalidade. Este processo permite que o Obscuro dê movimento à Luz. Que o Inconsciente se torne Consciente.» O símbolo, o emblema ou a bandeira não assumem tão-somente a categoria de causa, senão também a de efeito. Exercem, assim, como arquétipos, a função de elementos inspiradores: «no número, na cor, na forma e no som».

Etimologicamente, o termo bandeira é correntemente considerado proveniente de uma língua eslava, talvez germânica, pois em godo bandwa significava «sinal, insígnia».

O Brasão é o santo-e-senha da família nobiliárquica no meio social. Como catalisador e dimanador psicoenergético de um conjunto distinto de pessoas.

O Logos no grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada — o Verbo. Mas a partir de filósofos gregos, como Heráclito, passou a ter um significado mais amplo. Logos passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão. Tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um princípio cósmico da Ordem e da Beleza.

Espero que esta informação sintetizada vos inspire em desafios vindouros. Nesta sequência, poderão apreciar brevemente a imagem da marca Splendia Regius / Global Monarchy que será apresentada no Facebook. Vide a minha página www.facebook.com/artur.casaca ou a página www.facebook.com/globalmonarchy



One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.