Vulva explosiva

Sobre como deitar-se sobre a uma piroca mole e se cobrir com o saco

Caipirinha de fruta do conde

Ela, uma coroa desquitada, estava tomando sorvete sozinha no balcão do bar. Já havia algum tempo que não tinha uma boa trepada. Não queria lenga-lenga. O negócio dela era pá-pum. Um jovem se próxima e senta ao lado dela. A olha de cima abaixo e de rabo de olho. Era uma coroa muito gostosa e bem tratada. Percebe o olhar do rapaz, levanta a blusa, a saia, abre as perna se diz “Tá afim é, porra? É isso que você quer é? Vem teu filha da puta! VEM! Me come logo, seu merdinha! Crianção!”. O rapaz se assusta e tenta se recompor desconfortavelmente na cadeira. Ela fica puta pela inércia imberbe, tira do suntuoso decote uma nota de R$ 50,00 no balcão, estoura um tapa estalado na cara do rapaz e sussura pro balconista “O troco é do garoto” e sai rebolando uma cintura de prazer.

No alto de seus 20 anos, um promissor membro se entregou a olhar eternamente para o dedão do pé. Penda flácido na penumbra de um trauma eterno.