O mais clichê dos clichês

Sobre amor e acaso.

Já escrevi sobre o amor que estava no meio do meu caminho e é sobre esse amor que eu volto a escrever. Pois é. Desculpem. Mas é por um bom motivo, juro.


Ultimamente eu tenho pensado no porquê das coisas e como se tornaram o que são hoje; e cheguei à conclusão que elas tinham que acontecer. Parece clichê — e de fato é — mas esse texto é sobre amor; clichê com clichê, corta. Percebi que acasos acontecem, como aconteceu. Não lembro exatamente quando a conheci nem quando ela se tornou o amor-no-meio-do-meu-caminho. Sei que foi culpa do acaso. E do Twitter.

Lentamente percebi que ela me fazia feliz, mesmo involuntariamente. A miscelânea de sentimentos emergiu, até que transbordou. Virou amor. Sim, amor. Aquela coisa louca, já viram? Aquele sentimento que dizem mover montanhas, sabe? Então.

Isso tudo é bem estranho, mas um estranho bom. Devo admitir. Agradeço por ela ter aparecido no meio do meu caminho. Não deve ser fácil me aguentar, se levados em conta todos os “Artur, por que tu é tão chato?” dos últimos 5 anos.

Ah, sim, o “bom motivo” que me fez escrever novamente sobre isso: é o aniversário dela. Não sei tocar violão, não sei cantar, não sei fazer poesias e sou tímido. Resta escrever essa crônica que, além de mal escrita, é verdadeira. Simples, de coração.

Não sei definir o que é o amor. Só sei exemplificá-lo; Amor é uma caneca cheia de café puro e amargo, uma boa pizza de bacon e, mais especial que pizzas de bacon e cafés amargos, é aquela que inspirou essa crônica.

Aquele amor, que antes estava no meio do caminho, agora caminha comigo. E me faz bem, muito bem.

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