“Lutar”, o verbo que pode ser por você, pode ser por alguém ou pode ser com alguém.
(Pensamento solto de uma mente nada sã, mesmo)
“Eu sou aquela mulher
a quem o tempo muito ensinou.
Ensinou a amar a vida
e não desistir da luta,
recomeçar na derrota,
renunciar a palavras
e pensamentos negativos.
Acreditar nos valores humanos
e ser otimista.” (Cora Coralina)
Como pode existir vitória se deixamos as pessoas que amamos pelo caminho, abatidas, com dor e sem elas mesmos saberem do que estava acontecendo com elas?
Talvez isso seja um pouco empático demais, não é? No mundo dos egoístas, bonito é sair andando.
Será que eu estou vendo errado? Será que penso no mundo cor de rosa? Será que é tão errado assim acreditar?
Todos os tipos de lutas são válidos, cada um tem sua verdade, cada ser humano tem sua verdade. Parem de tentar impor uma verdade que não é a do outro. Certa vez li: “a situação determina o ser”(GARCIA, Pietra)
As vezes é difícil, as vezes a gente quer gritar, as vezes a gente só quer que a pessoa acorde, mas as vezes ela não acorda. E o que se deve fazer? Continuar marchando, ou ficar ali do lado da pessoa, tentando acorda-la, defendendo-a?
Mas é perigoso ficar no meio do campo de batalha por um soldado ferido… não é um soldado ferido, é O soldado ferido.
“Elis, você é burra…” Desculpa, eu não sou, eu sou simplesmente o que eu sou, essa é minha essência, essa é minha verdade. Na minha falange, ninguém fica pra trás, não importa com quantas pessoas eu tenha que lutar, eu vou até o fim. O amor pra mim é assim, eu nunca vou desistir de quem eu amo, eu só existo porque eu amo.
Esse é meu jeito ninja de ser… Tô certa!
