Sobre o amor

Pasolini — Amor e raiva

“Te amo, e daqui a 7 anos te amarei também”.

Sou dissidente das práticas que corrompem a alma. Quem me dera ser poeta de aço. Quem me dera ser perversa, sentir apenas o que me interessa e na cara que não me agrada, cuspir. Eu nasci desprovida dos ódios. Quem me dera senti-los. Seria como pôr sentados em cadeiras enfileiradas todos os culpados e criar bodes expiatórios pra dizer que o sentir pode ter algo de conclusivo.

Não tem.

Te amo além do tempo. Te amo hoje ou nunca. Amanhã e sempre.

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