“Agora estou voando, aquela sensação de ouro, como se eu pudesse disparar e voar, e sou invencível, nada pode me deter, nada pode me deter, nada, nada, nada...”
Da janela da sala, eu vejo uma senhora curvada, carregando duas sacolas cheias de compras, provavelmente tão cheias quanto sua própria vida. Ela chegará em casa e encontrará as pessoas de sempre: filhos que não notam sua existência; marido que só nota na hora da comida. Ela não sabe…