Amor Não Correspondido? Não se sinta só!(Caso Real)

Eu esperei por muito tempo. Muito tempo mesmo. Foram um pouco mais de 6 anos para saber o que é a verdadeira dor de não ser correspondido quando me deparado com a paixão, logo depois o amor.

Me apaixonei por ele…

Eu era um adolescente já perto da maioridade quando me apaixonei por um garoto que estava apenas iniciando a jornada na adolescência. Me sentia mal por ter aquele sentimento por uma pessoa tao jovem, cerca de 5 anos mais nova que eu. A gente se conheceu nesses eventos (ou feiras) de anime e cultura japonesa, já que eu tanto gostava daqueles desenhos. Logo peguei o MSN dele e fomos conversando.

Assim tudo começou

Não demorou muito para eu desenvolver uma das primeiras amizades mais fortes que eu já tive na vida, e falo isso por ele também. Todo nosso contato era pela internet, fosse por webcam, ou gravação de audio. (calma, naquele tempo eu nunca tinha tentado algo com segundas intenções, se é que me entende).

Mas a medida que a gente se encontrava novamente, cerca de 3 vezes no ano, era uma explosão de sentimentos cada vez maiores. Eu já apaixonado, vivia com o medo de me declarar e ele me recusar, ou no minimo eu passar uma baita vergonha pela nossa diferença de idade.

Ele hétero…

Ele sempre disse que era hétero. Impressionantemente, já que ele era acompanhado de um jeito diferente de meninos comuns, como característica que alguns Gays possuem [fortemente]. Isso só me deixava ainda mais encantado, que ao ver ele tao solto, me fazia querê-lo do meu lado 24 horas, embora geralmente só tivéssemos 4 ou 5 horas pra aproveitar ao máximo a companhia um do outro em um evento que na maioria das vezes, se não fosse por ele eu nem iria.

Nossa, essa história parece ser tao longa, que já estou até com receio de continuar. Pois bem, vamos ver até onde eu consigo chegar.

Amor proibido!

Eu praticamente conversava com ele todos os dias. Foi o meu segundo amor, isso porque o meu primeiro também não havia sido correspondido. — Eu era apaixonado por uma garota, passava vários dias da semana na casa dela e eu era tao inocente e tímido que logo o tempo passou e nada aconteceu, mesmo tendo me declarado para ela. —

Então o tempo foi passando e meu amor por ele só aumentava. Cheguei a desenvolver uma mascara para que isso fosse mais adiante. Chamava ele de irmão, o irmão que eu queria ter (em parte, já que a gente se dava tao bem, diferente de irmãos normais por parte de sangue). E ele só fortalecia a nossa amizade.

Eu fiquei assim por tantos anos… até mesmo hoje.
Não me arrependo disso, pois se não fosse o sentimento que eu tenho a mais, ele certamente seria meu irmão para vida inteira.

Eu o amava tanto, que quando nos encontrávamos nos eventos, fosse com ele acompanhado ou sozinho, eu passava por todos aqueles sentimentos de quando a gente é bem novo e ta se apaixonando pelas primeiras vezes. Meu deus, ele era tao lindo. Fofinho, meigo, afetado (o que dava um toque meio feminino nele). Era perfeito. Até que ele entrou na adolescência e começou a namorar.

O começo do Fim

A medida que o tempo ia passando, eu me protegia dessa paixão que eu julgava ser proibida, não só pelo fato de saber que ele era hetero e eu um suposto curioso, mas também por ter tido uma criação com base bíblica (o que não questiono de forma alguma, o importante é que hoje eu posso agradecer por ter sido protegido inúmeras vezes pelos princípios que a bíblia me trouxe).

Eu mesmo me protegia porque eu sabia que era muito impossível de acontecer alguma coisa entre a gente, alguma coisa duradoura, porque eu nem imaginava algo rápido, porque eu o amava tanto que a ideia de ter algo rápido como uma simples saída (mesmo que ele quisesse) já me despertava o medo de perde-lo. Era um caos.

(EU) Tentava me proteger

E para me proteger, todos os anos eu passava um tempo sem falar com ele, fosse porque eu sabia que eu tava com os sentimentos muito fortes para com ele e precisava parar já que eu só tava me machucando, ou fosse porque eu tinha muitos ciumes dele e qualquer coisa fora do nosso circulo (eu e ele), sim, até mesmo as saídas com os amigos dele (que eram todos de escola e vizinhos de prédio) eu me sentia mal e excluído.

O tempo foi passando e nós fomos ficando mais maduros. Lembrando que eu sou 5 anos mais velho que ele, (o que para alguns pode ser muito e para outros pode ser pouco tempo). Cheguei a passar um bom tempo sem ter contato com ele, porque depois que ele começou a namorar, simplesmente aconteceu o que acontece quase sempre com seus amigos, eles somem. Mesmo eu forçando e falando com ele todos os dias fosse no MSN ou no Orkut.

Não sei o tempo total que ele passou namorando, mas deve ter sido uns 3 anos e meio. — Durante todo esse tempo eu demonstrava que amava ele, tinha um carinho por ele anormal. Era mais do que um amigo pra mim e eu para ele. — Pensava nele todos os dias, sim, uma paixão alimentada por mais de 4 anos até esse ponto do texto, e eu não tinha tido coragem de me declarar, tudo porque ele jurava ser hetero, além de estar namorando né.

Cheguei a cogitar na minha mente uma fantasia de que nós no futuro casávamos e tínhamos um filho. Viveríamos felizes para sempre — Lindo!

Ele começou a passar por complicações no namoro dele, e eu como expectador e fazendo meu papel de amigo, comecei a incentivar ele a continuar se ele tava feliz. Afinal eu tinha chegado num ponto de “mediocridade afetiva” que eu só me importava com a felicidade dele e não a minha.

Ele com Depressão

Ele segurou o relacionamento dele até onde deu. Aconteceu que a namorada dele, por “N” motivos (os quais eu não sei ou não lembro), acabou o namoro. Foi uma bomba para um garoto que estava já dando sinais de que estava passando por alguns problemas emocionais. Uma depressão violenta estourou nele, e aí começou uma batalha para ele que até mesmo levou riscos sérios a vida dele.

Eu sabia um pouco do que estava ocorrendo, mas ele nessa época estava tao fechado que quando eu perguntava se tava tudo bem e ele respondia que sim, isso já bastava para mim.

Eu com Depressão

Comecei a trabalhar no meu próprio quarto, estilo “home-office”. Eu escrevia como freelancer, nunca tive boa habilidade para tal, como podem perceber, mas eu me esforcei e aprendi um pouco do que é essa profissão. Durante um período em que peguei um Freela para um amigo onde eu deveria escrever um Ebook de 20 mil palavras em 15 a 20 dias, eu já cheio de problemas emocionais e etc. acabei indo de encontro à uma crise de Ansiedade Generalizada, que fez eu ir a um psiquiatra pela primeira vez na minha vida e assim descobrir que estava com um quadro de depressão agressiva e meus nervos já não estavam mais aguentando nada.

Inimigo em comum

Eu e ele doentes. Se na época que eu descobri que tinha depressão e comecei o tratamento com 3 medicações diárias, eu tivesse falado pra ele, com certeza isso afetaria o nosso Presente. Mas como eu não lembro o que exatamente ocorreu pra eu não dar importância a isso, — juro que não lembro se estávamos afastados, ou se eu já trabalhava mentalmente para esquece-lo de vez. —

Nesse tempo todo, eu dava sempre um tempo de intervalo pra a gente falar novamente, como eu já falei mais acima. O problema era que eu achava que assim eu tinha maiores chances de parar de me iludir e quando voltasse a falar com ele eu assim já o teria somente como um amigo normal.

Não vou mentir. Existiu SIM o período em que eu já tinha desistido dele e fui deixando o sentimento morrer. Fosse por não falar mais com ele como antes, ou ser frio. Isso acabava afastando ele, que não desistia de nossa amizade, elogiavelmente.

Experimentos

Ele começou a se tratar emocionalmente, com remédios, terapias, medicos e mais especialistas para tentar fazer ele sair daquela situação o mais rápido possível. Foram inúmeras tentativas frustrantes de medicamentos ingeridos (receitados por psiquiatras) e que ele teve uma péssima reação.

Durante esse período, não só por ele ter se isolado, eu já tinha me desligado dele. Digo, ele estava ali sempre presente na minha mente. Todos os dias se tinha uma coisa que eu pensava de bom pro meu futuro que eu queria, era que tivesse a possibilidade de eu revelar meus sentimentos pra ele e ele topar um relacionamento. Daí então, se desse certo, a gente naturalmente daríamos os passos necessários para construir uma vida a dois. Mas isso eu tentava apagar da minha mente, a todo custo. No final eu sabia que ao ficar pensando nisso, eu só despertaria mais paixão por ele e tudo mais. Mas os sentimentos se faziam presentes.

Agora chegou o momento que mais interessa a quem estiver lendo. Talvez uma pessoa a mais, fora eu, leia isso. Muito obrigado, de qualquer maneira.

O impossível acontece!

Recentemente ocorreu o que eu acreditava ser impossível. Ao ter a medicação acertada e uma terapia passando por psicologa, ele amadureceu muito mais do que eu imaginara um dia. E mesmo há alguns poucos meses atras, eu já mandava varias indiretas pra ele e até mesmo diretas, falando piadinhas que remetiam a uma possível relação entre nós, mesmo que fosse por zoeira. — Ele sempre negou que tivesse qualquer interesse em um relacionamento homoafetivo, ou mesmo por curiosidade — .

Então chegou o dia… o dia em que ele me contara sobre sua ultima descoberta, gracas a terapia que estava tendo com a psicologa. Ele me contou que eu era uma das únicas pessoas que estavam sabendo até então, que ele era Bissexual. Já imaginou como eu devo ter ficado né?

Liberdade!!!!!!!!

Me declaro! Finalmente!!!

No mesmo instante, depois de perguntar a ele varias vezes se isso era verdade, obvio, eu revelei meus sentimentos que tinha para com ele. Não sei se fui convincente naquele momento, mas ao longo do nossos papos depois disso com certeza ficou claro que eu o amava, e tinha uma paixão adormecida, que eu forcei adormecer, porque eu só me machucava e via que tudo o que eu falava não surtia efeito para ele me dar uma chance.

Não estamos falando de sexo aqui. Estamos falando de amor. Eu não o enxergava com olhos de segundas intenções, como quando nós vemos uma pessoa atraente na rua ou em qualquer outro ambiente e nós desejamos.

Eu só queria ter ele pra mim, do meu lado, me amando, enquanto eu o protegia, o amava, e faria de tudo para ele ser a pessoa mais feliz do mundo.

Depois que eu contei isso para ele, impressionantemente foi despertado nele a vontade de ter sua primeira experiencia homoafetiva. Sim, nós chegamos a combinar a ir logo pros “finalmentes”, sem ficar de enrolação. Foi marcado para o dia seguinte, mas minha consciência pesou e eu não consegui ir adiante com o plano. Na madrugada enviei uns 3 audios de mais de 5 minutos cada um — eu sei, ninguém merece — mas foi assim que aconteceu. Naquele Domingo eu fiquei em casa amargurado e ele também, frustrado com o que eu tinha falado, ficou chateado e preferiu deixar para lá toda essa ideia.

No entanto, eu continuava a perguntar como ele tinha descoberto isso, se ele tinha certeza de tudo isso e se ele já tinha se indagado sobre nossa relação. As conversas foram avançando até que eu não aguentava mais, e com o amor que eu já sentia adormecido junto com a paixão acordada, combinei com ele para ficarmos no cinema.

Aventuras + Esperanças: EVITE!

Foi um dos dias mais especiais da minha vida, em meus 25 anos. O dia em que eu consegui beijar, demonstrar carinho, me sentir bem cuidado e amado pelo garoto que eu tinha me apaixonado há 7 anos. Pode ser difícil para você imaginar essas emoções, porque acho incomum uma pessoa passar por isso que eu passei, mas imagine a minha emoção como se eu tivesse apaixonado há apenas 1 ano por ele, talvez agora dê pra imaginar um pouco como eu estava naquele dia, ao receber o nosso primeiro beijo na fila para comprar os ingressos no auto-atendimento do cinema.

Então nos beijamos algumas vezes naquela tarde. Mas o mais marcante foi o conjunto, não os beijos em si. Tudo aquilo, aquilo que eu sempre sonhei, estar ao lado dele, abraçando o braço esquerdo dele, cheirando ele, sentindo o gosto e o carinho com o qual ele me beijava (ele já experiente) e eu todo nervoso.

Depois disso, enquanto eu falava pra ele que tinha medo daqueles sentimentos virem a tona novamente, ele me acalmava e dizia que ninguém sabe do futuro, e se tivesse de acontecer algo ia acontecer.

Logo me enchi de esperança, coisa tipica de um ser tao carente como eu sou, ainda mais vindo dele.

Saímos novamente. Dessa vez nos reservamos a algo a mais que o carinho que já tivemos anteriormente. No cinema novamente, numa sessão as 23:40. Agora sim estamos falando de segundas intenções.

Mas nesse segundo encontro eu já estava consciente de que não ia rolar mais do que essas aventuras. Mesmo assim, minha personalidade tão romântica só queria enxergar um possível futuro namoro.

Demonstrei pra ele na medida do possível e do impossível, no pouco tempo que tivemos juntos trocando carinho, todo o meu amor, ou pelo menos o potencial do amor que eu tenho por ele.

Em meio há tantas desesperadas tentativas de arrancar uma resposta positiva dele, ou um sinal verde, eu simplesmente me declarava a todo momento, basicamente. Mas não tao agressivamente assim, pois eu sabia que isso podia mais afastar do que atrair.

E então aconteceu de eu querer marcar mais uma saída. Uma saída que seria apenas mais uma entre outras que poderiam acontecer, com a pretensão de que nós pudêssemos nos divertir, trocar carinho e fortalecer nosso laço, até que chegasse o tao sonhado [por mim] namoro.

“Lovin can hurt…” (Photograph — Ed Sheeran)

Foi quando em meio a mensagens no whatsapp, ele me falou que não tinha mais como sair comigo como casal, pois agora ele tinha achado um menino para se relacionar e que achava que não era algo para se ficar, mas talvez o menino certo para namorar. (tudo bem, aqui eu posso ter trocado a ordem das palavras, mas foi exatamente assim que ele falou).

Meu mundo caiu né?! Como poderia ser diferente? Dialoguei com ele mostrando os pontos mais comuns e fáceis para fazer ele enxergar que EU era a pessoa ideal para ele, ao menos naquele instante.

  • Nós eramos melhores amigos ha mais de 6 anos.
  • A gente se conhecia como nenhuma outra pessoa que chegasse na minha ou na vida dele nesse momento atual.
  • A gente passava pelos mesmos problemas emocionais (mesmo em níveis diferentes). Afinal a gente se ajudava em tudo que nós falávamos de coisas pessoais, principalmente com relação a depressão.
  • Eu te amo ha mais de 5 anos, cara!” — Falei num tom desesperado, diversas vezes, com essas mesmas palavras e com algumas outras.
  • Eu esperava pelo menos que ele me desse uma chance. Principalmente pelo fato de ser a primeira experiencia dele.
Como me senti.

Ultimos suspiros…

Bem, durante a semana que esses últimos eventos aconteceram, eu e ele ficamos perturbados. Sim, ele por que sabia que só tinha uma solução para isso tudo, e eu porque tinha perdido o amor da minha vida. O cara que eu tinha me apaixonado, que eu reguei por tanto tempo a semente do amor.

Eu só queria uma chance para tentar fazer ele ser a pessoa mais feliz do mundo, principalmente com os problemas que tanto ele quanto eu temos no sentido emocional. Seria uma cura para nós dois.

Deixa o tempo…

Mas falando sobre a unica saída que ele sabia que existia, foi ela que nós optamos. Eu já sabia que continuar amigo, eu não conseguiria. — Na melhor das intenções possíveis, ele me ofertou que poderíamos continuar a sair, mas somente como amigos. Nos falaríamos, somente como amigos. Tudo (para ele) poderia continuar normal. Apenas que eu levasse em conta que ele estava num relacionamento (ou iniciando) e que eu não poderia mais ter essa esperança de ser feliz ao lado dele. Sim, chegamos a dolorosa conclusão que eu teria que deletar ele das minhas redes sociais para que assim eu pudesse esquece-lo no sentido amoroso.

Afinal de contas, como que uma pessoa vai esquecer aquele amor enquanto estiver nutrindo esse sentimento, enquanto vê as postagens no Facebook, tem a possibilidade de falar no Whatsapp, e em outras redes sociais?

E se ele resolver assumir publicamente o relacionamento — mesmo que aqui eu esteja sendo um tanto quanto pessimista demais — eu avistasse a foto dele com a do outro garoto, seu namorado?! Eu realmente não sei o que aconteceria comigo.

“Só não queria dizer adeus. Só não queria perder o que sempre foi meu…” (Porto Alegre — Fresno)

Sofrendo como nunca sofri na minha vida inteira, enquanto nós conversávamos em tom de despedida, eu tentando contornar mais uma vez para fazer ele mudar de ideia e ver que ele poderia estar dando um passo em falso e ele em tom de choro e sofrimento (nos falamos tanto por audio quanto por texto), tudo porque ele não queria perder minha amizade, sabendo que eu estava para me afastar dele de modo que posso não voltar a ser amigo dele novamente um dia.

Aos prantos nós nos despedíamos, ele falando de quanto ele me ama como irmão, “tu é o irmão que eu não tenho, tu é realmente isso pra mim, eu queria pedir pra tu não fazer isso, mas eu tenho que respeitar as tuas decisões sabendo o que vai ser melhor pra tu” ele falou.

“Mesmo tão incerto, te protejo, Atira em mim!” (Tiro Cego — Scalene)

O que fiz de errado? Postergar o fim. — Essa frase é trecho de uma musica da banda Scalene. É o trecho com o qual mais me identifico nesse momento. Quanto sofrimento eu haveria poupado tanto pra mim quanto para ele se eu não desse o passo de contar tudo aquilo que eu havia guardado há 7 chaves, que nenhuma pessoa sabia, ninguém. Eu sofri calado durante tanto tempo, para nada. (até aqui.)

A culpa não é dele. A culpa não é minha. Esse é só mais um capitulo de uma vida amorosa totalmente frustrada, onde eu, que com 25 anos ainda não engrenei nenhum relacionamento, dos que já tentei mergulhar.

A todo momento ele foi cuidadoso comigo nas despedidas enquanto nós pranteávamos perdidamente por mensagens de textos e audios no whatsapp.

Isso acabou de acontecer e tudo ainda está muito recente. Estou passando pelo momento emocional e afetivo mais difícil da minha vida. Nem no meu primeiro amor (hetero) eu passei por isso.

Sobreviver e Acreditar…

Todos os dias, enquanto navego na internet, é comum eu ir até o perfil dele no Facebook e ficar olhando para as fotos dele (algumas poucas que se podem ver). Fico perdido e lamentando as chances que eu não tive.

Eu te amo tanto, eu te amo tanto, que eu deixei de me amar. Sei que isso é algo ruim, mas eu retomaria o meu amor próprio facilmente ao teu lado “F”.

A própria [banda] Fresno define o que eu penso todos os dias desde que isso ocorreu, dizendo “Não, eu não quero lembrar que alguém que não te quer está ocupando o meu lugar.

Ruínas

Aqui fica um desabafo. Aqui ficam palavras que eu não sei se serão as ultimas dessa historia, mas pelo sim, pelo não, eu pude sentir e ter a oportunidade que muitas pessoas querem ter e infelizmente não conseguem, por irem embora mais cedo do que o planejado.

Não me julgue(m). Tudo aqui foi resumido o máximo que consegui. Numa madrugada inquietante. Espero que você que está lendo nunca passe por isso. Mas se passar, tenha em mente que não é o primeiro nem será o ultimo.

AINDA TENHO ESPERANÇAS? Sim e não. Sou dependente dele e do tempo que eu tiver. Voltar a amizade, por talvez superar um dia tudo isso que aconteceu? Só estando 100% seguro (em todos os sentidos emocionais e psicológicos).

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