Eu sinto muito.
Sinto mesmo, não por algo específico. Pela minha própria sensibilidade, que hoje exponho sem medo de ser rotulado de algo por alguém.
Quando sinto mal deixo que vá, já entendi que não posso guardar. Quando sinto bem mantenho em minha memória aquilo que dá força, que mostra o que e quem realmente vale a pena.
Já não espero mais nada de ninguém. As pessoas que mais amo foram aquelas que me mostraram a pior imagem de mim mesmo, ao menos tiveram a dignidade de fazer isso frente a frente. E com o tempo pude perceber que na verdade, elas apenas traziam sua visão parcial, direcionada ao seu próprio interesse. Não me queriam melhor, me queriam onde achavam que eu deveria estar,em sua visão egoísta e passional.
Diferente dos covardes, que esperam que viremos as costas para começar a desdenhar e babar sua inveja enrustida, estes pobres não merecem mais do que estas poucas palavras.
O fato é que não criar expectativas sobre ninguém me liberta para focar em quem eu realmente posso ter controle, eu mesmo. Hoje, espero de mim ser minha melhor companhia e versão, aspiro que eu mesmo possa ser a mudança que desejo no mundo, que possa mudar primeiro a mim mesmo, para então tentar conscientizar os demais.
Cansei de ser pela metade, tentando agradar a todos, menos a mim mesmo. Cansei de ser sincero demais com quem não se importa, cansei de ter consideração por quem só considera aquilo que convém. Cansei de ser o dublê dos movimentos perigosos dos outros.
Hoje sou protagonista da minha própria vida, e quem quiser agregar ânimo e virtude está super convidado.