O Whatsapp, a “classe média” e o mundo underground do conteúdo
Eden Wiedemann
1.4K65

Retirando o rótulo “classe média” meio perdido, no mas a história vai de interessante à inverossímil. Num mundo com excesso de conteúdo, me parece impossível alguém pagar 10 reais para obter vídeos gratuitos que, com poucos cliques, pode-se acessar aos milhares.

Por outro lado, em época de escassez de tempo, as pessoas podem sim optar por pagar ao garimpeiro por pedras inusitadas. Claro que estas peças teriam que ser exclusivas, escassas e com boa relação custo-benefício, seja serviço, informação, conteúdo ou algo proibido.

De qualquer forma o post instiga nossa curiosidade sobre tendências de negócios num futuro pós-Facebook.