Qual o ritmo do vir-a-ser?

Confirmou costura de algum tipo de postura para evitar erros, ou amenizar tormenta de azar, naufragou dentro do próprio mar.

Quem era enfim, essa louca, de pernas pro ar?

Pé na terra, coração era uma vela, de olhos aquáticos em mente anormal, o vento que sopra a superfície da água, presságio desigual.

Não espera do vento, mesmo o óbvio movimento. Trêmula paz, numa trégua sem fim, naquela régua, naqueles confins. A chuva atua, por sorte minha ou tua. Ainda que fosse cedo, ou tarde demais. Meta mórbida nota o notório momento, atrapalha a meta, aquela poça que deixou rastros. Sigo quieta, e ele, segue a risca, risos e riscos.

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