Homens de “bem” precisam fazer aborto?

Ontem, dia 21 de novembro, várias mulheres (ativistas, feministas e não ativistas) decidiram entrar na Comissão da PEC Contra o Aborto (a sessão é aberta ao público). 
A PEC também é conhecida como “Cavalo de Tróia”, pois é um “presente” de grego a todas as mulheres brasileiras cujos direitos ao aborto mediante um estupro podem ser negados e proibidos. 
O relatório da PEC 181/2015 pertence ao deputado Tadeu Mudalen (Democratas — SP), partido este de direita e de cunho cristão/evangélico/falso moralista/indiferente com as vítimas.

Antes da reunião, o presidente da comissão, deputado Evandro Gussi (PV-SP) chegou a propor às deputadas Érika Kokay e Jô Moraes (PCdoB-MG) um acordo, sem sucesso. A proposta seria anular a votação do relatório e votar um novo texto, o qual garantisse a legalidade do aborto nos casos de estupro e risco de vida da mãe, previstos no Código Penal.
Deputados contrários ao texto de Mudalen defendem que ele retire o trecho sobre “vida desde a concepção”.

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