Nossa melhor versão
No dia do amigo comemorei um ano de aniversário de Medium. Eu sei, eu sei, foi quinta passada. Mas não foi um dia muito inspirador. Enfim, faz um ano que venho aqui expressar meus pensamentos sobre o mundo, sobre as relações humanas e sobre essa loucura e essa maravilhosa oportunidade de estar viva. Como gosta de pixar um amigo meu pelas paredes do Rio de Janeiro: vida é milagre.
Quando um amigo veio me dizer que era “dia do amigo”, e que ele tinha chorado lendo o último texto que escrevi aqui, imediatamente eu me dei conta de que fazia um ano que eu tinha criado uma conta no Medium. Porque o meu primeiro texto foi “Eu sempre esqueço o dia do amigo”. O que é verdade. De lá pra cá JÁ se passou um ano. Ou SÓ se passou um ano?
Um ano.
Quanto tempo é um ano?
A resposta parece óbvia, porque né, um ano é um ano. Mas como você aproveitou esse último um ano? Os últimos uns anos dos seus últimos 23 anos de vida? E, nem vamos tão longe, talvez um ano seja tempo muito distante pra lembrar. Como você aproveitou o seu último dia? Afinal, dia após dia se chega no ano.
Fiquei muito feliz por perceber o quanto evoluí de lá pra cá. E consciente do quanto preciso ainda amadurecer, crescer e aprender. Vida, além de milagre, é construção. Degrau por degrau, eternamente, até o final.
Que não precise chegar dia 31 de dezembro para que a gente pare e pense “cara, não fiz absolutamente nada esse ano”, que a gente se transforme sempre, que a gente seja aquela famosa MELHOR VERSÃO QUE NOS É POSSÍVEL every fucking day. Porque dia após dia, além de se chegar em um ano, se chega ao final dos dias. Para sempre.
