O amor não termina

Se tem uma coisa que eu gosto muito é de expressar as coisas que sinto. Se eu achei do caralho passar uma tarde com alguém, podem ter certeza que eu vou falar “achei do caralho essa tarde, obrigada”, ou qualquer coisa do tipo que represente meu sentimento. Sentir é tão bonito.

Repete comigo: Sentir é tão bonito. Sentir é tão bonito.

Hoje em dia tenho a impressão que as pessoas criam um bloqueio nos seus sentimentos. Não são honestas nem com o que elas sentem, e nem honestas com o outro a respeito do que sentem. Porque, claro, se a pessoa não aceita o que sente, não tem como ser honesta com o outro envolvido na relação. E a relação pode ser de casamento, namoro, sexo casual, amizade, etc. Nos casos de amizade geralmente é mais fácil entender o sentimento e demonstrar.

E aí, tu te envolve com uma pessoa o amor nasce. E nasce porque é assim mesmo. A conexão tá ali, o se entregar tá ali, o se permitir tá ali. E o amor tá ali, existindo. E, pode ter certeza, ele não existe sozinho. Quando o amor existe, ambos sentem. O amor é sempre recíproco. O que acontece é que algumas pessoas não sabem o identificar, e acham que “ainda não é amor”.

O amor não tem um prazo. Ele pode nascer depois de três dias ao lado de uma pessoa. Ou ele pode não nascer. E nos resta aceitar, aceitar as coisas como elas são.

O amor é o estar em paz. É o querer bem do outro, não pela própria felicidade, mas pela felicidade do próximo.

Às vezes, diversos fatores alheios ao amor, fazem com que uma relação não siga adiante. Isso não significa que o amor morreu, isso significa que o amor existe, e por isso ocorre o reconhecimento de que aquilo não funciona mais e não traz mais coisas positivas para ambos. E então, é melhor deixar que o “seu amor” se vá. Não o Amor, mas a pessoa.

Porque o amor é isso: deixar vir, deixar ir.

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