Não procure o culpado

Talvez seja algo simples o porque do que tudo acabe.

Talvez, um vento frio na alma, inocente e inesperado possa ter lhe tomado em uma segunda-feira qualquer e qual a culpa que ela tem?

Devo aceitar, caminhar e permanecer inóspito, e morrer, mais uma vez de saudade do que eu ainda nem vi.

E encarar de frente, sorrir pra morte do amor que hoje é um sorriso já sem dentes, apodrecido de cansaço e tudo que foi