E se fosse o contrário?

Acabo de ler um excelente texto do Alexandre Borges na Gazeta do povo.

Para rapidamente contextualizar, em um jogo válido pelas eliminatórias para a Copa da Rússia de 2020, a equipe na Arabia Saudita não respeitou o tradicional 1 minuto de silêncio em respeito às vítimas do atentado terrorista em Londres. Alguns editorias pró-expansão muçulmana, tentaram apaziguar com a narrativa que "apenas não formaram, mas respeitaram" a homenagem (sic).

Coincidentemente a emissora não fechou o foco em ninguém da seleção saudita. Porque será?

Bom, eis aqui o meu pedido de reflexão:

Imagine uma retaliação à um ataque terrorista. Alguns civis, muçulmanos, incluso crianças, são mortos na operação caça-terrorista.

Uma enxurrada de matérias que o teor seria do absurdo das "Cruzadas Modernas", que são casos isolados, até à islamofobia da extrema-direita.

Obviamente passaríamos pelos textões no Facebook, #PrayforIslam no Twitter, Gays e Feministas com seus cartazes de "Welcome Refugees" e "Islamism is Love" em suas passeatas e alguns shows e declarações ridículas de artistas do mundo Pop.

Bom, passado o mais do mesmo, temos, em sequência à retaliação ao hipotético atentado, um eventual amistoso entre Inglaterra x Arábia Saudita.

Porém, neste episódio, quem não presta a homenagem aos mortos é a equipe do ocidente (isso jamais aconteceria).

Conseguem visualizar o tamanho da histeria da islampress? o chororô?
Sim, seria insuportável.

Por favor, leiam este livro:
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