Em alguns projetos que fiz durante a faculdade procurei embasar decisões estéticas na tradução…
Mateus Henrique Pienta Fagundes
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Não sei se é certo dizer que isso é uma realidade do mercado brasileiro ou se é global. Particularmente, quando trabalhei em Hong Kong não era nada diferente em praxis. Alguns americanos com quem trabalhei eram super pragmáticos, e um pouco mais rigorosos que brasileiros, mas pela experiência.

Se estiver se sentindo sem esperanças, leia o Design for Dasein. Ele traz muito desse sonho dourado — praxis, a prática informada, diferente do viés crítico acadêmico puro. Vale ler e desgraça um pouco sua cabeça, hahaha

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