Conexão: adaptação & indústria 4.0
Biotecnologia, impressão 3D, internet das coisas, inteligência artificial, robótica, economia compartilhada, bots. Kanban, scrum, planning, review, MVP, teste com betas. Agile, tribos, squads, PM, PO, scrum master, UX.
Voltando 5 anos atrás, talvez muitos de nós precisássemos de um dicionário para entender o significado de cada uma dessas palavras ou expressões. Olhando hoje, parece que a 4ª revolução industrial (ou a Indústria 4.0), conceituada pelo alemão Klaus Schwab, diretor e fundador do Fórum Econômico Mundial, já faz parte do dia-a-dia de diversas empresas.

Se você não está familiarizado com todos os termos do primeiro parágrafo, tenho uma coisa pra te dizer: não se desespere, estamos todos mudando a rota com o barco em movimento, tendo que aprender a cada dia que passa como se adaptar a essa nova realidade. Há uma expressão em inglês que se chama “FoMO”, que significa “Fear of Missing Out”, ou, “medo de estar perdendo algo”, em português. Essa síndrome causa aquela angústia de acharmos que estamos ficando pra trás se não estivermos a par de tudo que está acontecendo. De certa forma, parece que ela se aplica muito ao nosso momento atual. Temos medo de ficar pra trás frente todas essas rápidas mudanças. E a boa notícia é que, estamos nesse barco, mas estamos todos juntos. Nosso receio é genuíno e é geral. É um momento que pede humildade pra dizermos: eu não sei.
A informação é abundante, acessível e rápida, mas há tantas novas formas de se trabalhar, que os cursos tradicionais parecem não dar conta das atualizações do mercado. Assim como há tantas novas vagas de trabalho, que as pessoas ainda não tem as competências solicitadas. Fazendo um teste rápido, se você procurar por vagas no Nubank hoje, encontrará nada menos do que 42 vagas abertas, com descrições como: UX Researcher, Data Scientist, Product Manager, posições que ganharam destaque recentemente. Mas onde você encontra uma formação para esses cargos? Na prática, com muita pesquisa, cursos online, meetups e, principalmente, no dia-a-dia das empresas que estão abertas a uma nova forma de trabalhar, mais ágil.
Começo esse capítulo na minha página no Medium pra dividir com vocês minhas conexões mentais frente essa temática. Precisamos expor mais nossas dúvidas, medos e experiências nesse novo paradigma da tecnologia que permeia nossas vidas, nosso trabalho e relações, como já diria o alemão lá de cima.