Confissões embriagadas de sexta

Eu queria te escrever

Te interpretar

Te beber nessa mesa de bar suja e te guardar

Líquido

Embriagando os meus poros

Adormecendo as minhas veias

O cigarro malandro na ponta dos dedos

Sua fraqueza

(franqueza)

Tua pele-papel para escrever com a língua

Um poema de Benedetti

Uma confissão

Uma carta de amor

E então te transformar

Em criatura

Em criador

Pra te sentir

Pra te devorar

Pra te laçar com as pernas

E então aos padres da catedral negar

Teu ?

Meu?

Nosso?

Mar?

amar

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