Virada de ano é uma coisa louca. Tô escrevendo e publicando este texto numa sexta feira, 13 de janeiro e ainda por cima de noite, mas ainda assim quero falar sobre o simbolismo e a realidade acerca de mudar o ano. Querendo ou não, todo mundo é atacado por essa conversa de ‘novo ano, novo eu’. Na maior parte do tempo, ninguém leva isso realmente a sério logo depois das primeiras horas do dia primeiro de janeiro.

Mas e se seu ano anterior foi praticamente um treinamento intenso pra que você não somente proferisse essa frase, como também fosse obrigado a vivê-la? Foi o que aconteceu comigo. O último ano foi o equivalente a um descarrilamento de trem (perdoem o melodrama, mas ele me parece bem justo dadas as circunstâncias). Perdi basicamente tudo que conhecia, ou então essas coisas mudaram, e dessa forma eu tive que mudar junto bruscamente e sozinha.

Então por mais que eu ache essa coisa toda de promessa de ano novo meio babaca, parece que dessa vez o universo me provou que uma viradinha de ano pode te dar um ânimo grande a ponto de mudar sua vida a partir do primeiro dia mesmo. Esse ano decidi que faria diferente desde o início, e tô seguindo essa decisão bem firme. Parece que acreditar nessa superstição gigante que paira na mente de quase todo o globo no dia 31 de dezembro não é afinal de todo ruim.

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