Notícias (e eventos!) da semana 18 a 22 de maio


EVENTOS

A semana chega ao fim e, enquanto muita gente pensa em desacelerar, os criativos da agência continuam a mil por hora. Agora, antes que você decida fechar o post por causa desse início pretensioso, relaxe: não se trata de um jabá descarado, mas sim o resultado da imersão em eventos como o Planner Summit e o Proxxima 2015.
Claro, todo congresso ou evento tem seus altos (coffee breaks ❤) e baixos (palestrantes que insistem em rezar a missa para o padre), mas se você não compareceu a nenhum dos dois, queremos te atualizar com os principais pontos desses rolês todos:

  • Mídia programática: foi o tema central de boa parte das palestras (e se você ainda está boiando no assunto, clique aqui), o que era de se esperar. Afinal, depois de um primeiro momento de deslumbramento com as diversas possibilidades de anúncio no território nacional, nada mais natural do que buscar meios ainda mais eficazes para entregar boas mensagens até os consumidores qualificados. O surpreendente, no entanto, é que nos dois eventos os palestrantes foram categóricos em uma questão: a mídia programática não é, e nunca deverá ser, uma plataforma robotizada em todos os aspectos. Não adianta propagar sua mensagem do topo de um prédio se ela estiver escrita em Comic Sans, entende? Por isso, a força de um conteúdo bem feito continua a todo vapor, embora você deva (sim!) começar a pensar mais fora da caixinha na hora de decidir as plataformas de mídia onde o seu cliente pretende aparecer.
  • Millennials, xyz, do-ers, believers, beliebers e o escambau: o Planner Summit abordou vários aspectos dos estudos netnográficos, etnográficos e pesquisas de consumidores. Porém, para tristeza de alguns e alegria de muitos (essa que vos escreve, por exemplo), decidiram deixar pra lá esses rótulos frequentemente enraizados na cultura publicitária. Estamos em um momento da história em que pessoas de diversas idades, condições sociais e origens convergem — ou não — para os mesmos destinos. Com tanta informação e tantas possibilidades de identificação, seria ineficaz rotular os grupos de acordo com características que não estão em seu controle, como ano de nascimento ou background econômico. Sendo assim, na hora de criar ou planejar, não “ache” nada ou rotule ninguém: pesquise, inove e saiba que está lidando com gente, ponto final e negrito.
  • Real time marketing: outro ponto forte dos debates foi esse carinha aí, que deixa todo mundo apaixonado quando aparece. Agora, se você está em uma agência pequena, sabe que nem sempre é fácil acordar o D.A no meio da madrugada para avisar que vazou um episódio de Game Of Thrones e isso ficaria maaaaassa num post para o cliente. A gente entende.
    Porém, o que dá pra fazer é se antecipar.
“Ainnn, mas é real time, como eu vou antecipar o que ainda nem aconteceu?!”

O primeiro ponto é que todo mundo pode — e deve — se aprofundar mais na ciência do trendsetting. Além disso, quando falamos em antecipação, não estamos falando de prever o futuro, mas sim de ter tempo hábil de reagir ao presente.
Se você vive atolado com campanhas e deadlines, é claro que não terá tempo de fazer uma peça incrível sobre o #TheDress ou o 7x1. Organize sua equipe, reorganize e organize mais uma vez buscando isso e eu te garanto que dará certo. Bom, eu e os gerentes de marketing do Itaú e Coca-cola, se isso te deixa ainda mais confortável.

Agora que você já sabe sobre tudo o que rolou nos principais eventos, fique por dentro das notícias da semana que você leu e quer relembrar, ou não leu e nós não contaremos para ninguém. ;)

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