Silêncio.


De uns tempos para cá resolvi usar esse super poder humano. Descobri que são tantas minhas opiniões e nem todas são necessárias para os outros, que nem sempre o mais sensato e verdadeiro é o melhor a ser dito.

Não estamos falando de esconder verdades e ser falsos moralistas, mas sim de aprender quando e onde se expressar.

Um exemplo, eu odeio com todas as minhas forças certas atitudes, costumes, roupas que algumas pessoas tem/usam, mas será mesmo que minha opinião sobre isso agregaria em algo na vida dessa pessoa?!

Então, a resposta é não!

É simplesmente transcendental se policiar e cultivar esse senso autocrítico do que falamos. Muitas foram as vezes que falei sem pensar, sem questionar a pertinência de certas palavras. Hoje não faço isso com tanta frequência, entretanto é uma luta contínua consigo mesmo.

Creio que o melhor disso é valorizar as pessoas em sua plenitude de ser como são. Falar só o que for bom e pertinente, agregar algo. E mesmo que seja uma crítica, que possa ser vista como mera reflexão, e não em tom pejorativo.

Enfim, vivemos sendo bombardeados de opiniões alheias, e na maioria acabam sendo pejorativas e não construtivas. Por que não fazer a diferença, e cultivar esse silêncio maravilhoso da reflexão?! Se for falar algo que seja bom, afinal todo mundo tem seus estresses diários, seus conflitos internos. Seria maravilhoso poder fazer pelo menos o mínimo para tornar o dia de alguém menos estressante.

Como já cantava Silva:

Sei lá, melhor me calar
Talvez palavras não digam nada.

Revista Subjetiva

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