RBC | Ed.93

Imagem: William Mota
“ Não há nada mais intenso, mais insalubre e imprevisivel do que o própria vida. Vivendo intensamente, imensamente e exageradamente, de maneira a encarar cada dia como se fosse o último!” Pamela Sobrinho

COLUNA DO TIAGO

www.thvirtual.com

CONFIE NO AMOR

Hoje foi um dia daqueles…
ESPECIAL

Deixe o amor brotar
Começando a arte da felicidade
Deixe o amor bailar
Assegurando nossos passos
Amo,
A vida toda vou amar

Deixe o amor rolar
Existimos
Persistimos
E toda fantasia
Pode se tornar real

COLUNA DA PAMELA

pamela@betimcultural.com.br

Coração em queda livre na ribanceira
Na maior das ladeiras 
Indo de encontro às trepadeiras
Machucando o corpo em dor

Tropecei em seus olhos
Imaginei caindo em sua vida
E em meus sonhos vaguei

O que encontrei?
Precipício sem fim
Dias de angustias e noites sem dormir
 
Eu não quero mais ficar assim

COLUNA DO TARSO

www.tarsocorrea.blogspot.com.br

MULTIDÃO ENCLAUSURADA

Solidão é tudo!
Em um mundo de muitas mãos e poucos abraços;
Homens, cegos, surdos e mudos,
Definhando em seus espaços;
Somos muitos, e poucos,
Que loucos, nos encarceramos na prisão do medo,
Acorrentando neste exílio, 
Sufocando em nosso degredo;
Perdidos nos nossos martírios,
De morrer sem viver,
De viver só para morrer.

COLUNA DO BRENDOW

www.fb.com/ametafisicapoetica

Cada segundo sem você dói feito 
um parto normal.

A sirene da viatura, a freada do ônibus, o vendedor ambulante,
o mendigo gangrenado, o testemunha de Jeová e o rumor das estrelas
no céu formam um coral que entoam o seu nome dentro da minha cabeça.

Cada segundo sem você dói feito 
o olhar úmido de um pai que vê seus filhos com fome.

A gola da camisa suja de batom, os fios de cabelo no carro, 
a cicatriz das suas unhas nas minhas costas e todos os símbolos
do nosso amor instantâneo me incineram de dentro pra fora
desconstruindo o meu medo de escuro e de altura.

Cada segundo sem você dói feito 
a incapacidade que eu tenho de chorar.

A alma treme dentro do corpo e os dedos das mãos se inquietam
procurando o cheiro da sua presença. 
Certas histórias de amor são tão bonitas,
que merecem ficar apenas 
em fotos que ninguém nunca verá,
ou num talvez que nunca acontecerá.

COLUNA DO LIVINGSTON

(contato)

Feroz

Sigo…
Como a fúria do projétil
Que viaja a milhas por segundo.
Feroz e natural
Feito força de avalanche.

Sigo…
Livre e inconsequente
Feito rolimã numa ladeira.
Meu coração desgovernado!

Se me avista ao longe
E fita com alguma curiosidade
Lúcido, berro um aviso.
Um sussurro ao pé do ouvido
-Eu desejo que não ouça…

Mas, cumpro meu dever.
Deixo meu recado:
Mantenha distância!

ESPAÇO ABERTO

Isabela Campos Coelho.

Bailarinas

Lustres largos 
Manicômio listrado
Ofusco profundo 
Sonhos indesejados

Indigência imatura
Ligamento de loucura
O preço se ajusta
A fumaça nunca cura

Linda bailarina 
Sorria nos olhos 
A dor é singela
Além da promessa

Longe de tudo 
No meu tumulto 
A lua solitária 
Distingue o mundo

WEB-CLIPES DE BETIM

MOMENTO CULTURAL Convido-os para curtirem a página do William Mota, artista visual betinense, foi convidado para representar o Brasil na “Semana cultural Brasil-Noruega”. A exposição de arte aconteceu na primeira quinzena do mês de setembro de 2015 na cidade de Oslo, Noruega.

Em 2016, participou do Festival Internacional de Arte Contemporânea — Paratissima Lisboa, realizou Residência Artistica e fez 5 exposições em Portugal, sendo uma na cidade de Montijo e 4 em Lisboa.

https://www.fb.com/williammotaartistavisual

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Edição publicada por
Pamela Sobrinho
pamela@betimcultural.com.br

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