Beatriz
Beatriz
Feb 26 · 1 min read

A mão que crava as unhas

E cessa os batimentos

E o sangue parado nas veias

Um rio que percorre cidades mortas

Preso em um corpo efêmero, vulnerável

Uma mente silenciada

Eternamente interrompida

As cortinas se fecham

Somos pó e sombras:

Ao pó voltaremos

Mas as sombras permanecerão

Beatriz

Written by

Beatriz

Estudante de Direito, apaixonada pelos grandes impactos de poucas palavras.

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