Bianca Oliveira
Jul 21, 2017 · 2 min read

Sei que existem pessoas que não gostam de crianças e sendo bem honesta, respeito. A gente tem que parar de enfiar gostos na goela das pessoas. Mas odiar? Bem, é perder tempo.

Sobre quem pariu Matheus: tem 300% de responsabilidade em não deixá-lo ser o centro do universo. Conversando, o chamando sempre a cooperar. A criança precisa sentir que precisa cooperar e entender os nãos da vida, e digo mais, a mãe precisa aprender que esses “nãos” não são um tiro na criança, é aprendizado.

Sobre a sociedade ser responsável por educar uma criança: será que na hora que isso acontece, a mãe/responsável da mesma se sente confortável em ver que em dado momento alguém de fora não está passando a mão na cabeça de sua cria? E nesse ponto nem cito as pessoas grosseiras, cito as pessoas que conversam e explicam mesmo sem ter nenhuma obrigação. Conhecidas ou não, isso gera conflito, como gerou no episódio do boneco colecionável. Bem, é só uma reflexão tá?

Pq mesmo que crianças não tenho essa noção do que pode ou do que não pode, os responsáveis precisam entender que ao sair de casa poderia surgir um momento de conversa “oi filho, hj vamos pra um lugar diferente, vou precisar do seu apoio”… pra crianças que já são maiores e já entendem o teor de uma conversa. Ela vai se sentir importante (a criança). Talvez dê certo. Com crianças menores, precisa compreensão da dona da casa/espaço e da mãe. Conversar sempre é o caminho.

No caso da moça do boneco, achei de uma falta de noção sem tamanho. A moça simplesmente enfiou na goela da dona da casa. Eu teria pedido desculpa, conversado com meu filho (tentado), com ela e talvez toda essa situação não tivesse surgido.

Empatia com que tem filho e com quem os recebe. Conversa resolve muita coisa.

)

    Bianca Oliveira

    Written by