O ofuscado mundo da cerveja

O inebriante mundo do álcool como profissão. Na verdade na verdade quem chega vê a realidade do setor, descobre que o álcool nunca deve estar em primeiro lugar. Assim que eu vejo.

As questões gastronômicas são tão mais importantes do que somente o que o álcool reflete, que pode chegar a decepcionar alguns. Não se pode ficar bêbado todos os dias no mundo adulto. Não dá para ser um bom cidadão se você viver do álcool (entende?). Claro que tem volume de pessoas bebendo de todos os jeitos, mas se estamos falando de contemplar, de ver o valor embutido no trabalho (o orgulho de um produto bem feito), é preciso aprender a ensinar como se apreciar. Que diferença tem para um consumidor que quer somente se inebriar se a cerveja tem maltes tostados ou acidez muito equilibrada? Quem bebe por beber não dá valor a uma bela espuma, um amargor na medida, adstringência controlada e limpeza no paladar. Uma boa carbonatação de nada adianta para quem dá não a mínima para textura. Aromas de frutas nativas são balela para quem busca somente as experiências mais básicas como a temperatura em nível congelante. Abrir uma lata e sentir um “single hop” não vale a moeda se esse momento não for compreendido.

As pessoas estão perdendo a oportunidade de quebrar uma nova barreira, a de ter prazer com o alimento e não somente utilizar dos seus resultados. Na verdade estamos aprendendo este caminho.

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