Dentre esses, uma grande parte acha que marcas familiares proporcionam um bom serviço de pós-venda, garante a concordância com a seleção de fornecedores para uma empresa entre seus stakeholders e que marcas desconhecidas têm em si um nível alto de risco.

Mais da metade acha que marcas conhecidas podem proporcionar uma boa relação custo X benefício; uma parcela um pouco menor pensa que empresas com marcas pouco conhecidas são pouco confiáveis e 1/3 veem marcas desconhecidas como sendo de baixa qualidade.

Mas como fazer para que sua marca se torne conhecida e atinja o nível de reputação adequado? Por quais estágios sua marca deverá passar até chegar a ser uma marca reconhecida?

Leia o artigo completo no blog do EW Design Studio, clique aqui >>>

Logotipos antigo (em cima) e novo (abaixo) do serviço de transporte urbano, Uber.

Opinião

Muita gente não entendeu a nova marca e se limitou ao julgamento primário e simplista de rotular a marca — em poucos segundos — adjetivando-a como “feia”, “bonita”, ou ainda, “gostei”, “não gostei”.

Tudo bem, todo mundo tem o direito de fazer o julgamento que quiser. Bom, nem todo mundo. Os designers, principalmente, não têm esse direito. Nós designers, temos a obrigação de fazer um julgamento mais profundo.

Acho indispensável conhecer o briefing, as motivações que levaram à mudança.

Minha análise é…

Leia a íntegra do artigo.

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Há exatamente 10 anos um sonho começava a se tornar realidade, eu criava a You | Psicologia de Marcas. Na época eu estava à frente da Madhouse PackWorks aberta, em 2001, para executar projetos técnicos de Desenvolvimento de Embalagens farmacêuticas, uma área que eu gosto e que me ajudou muito e com a qual lido até hoje, mas que não representava minha paixão, aquilo que me fez escolher o design.

Quando a Madhouse já estava consolidada, com 2 duas operações diferentes, voltadas a mercados distintos, eu percebi que poderia começar a dar vida a um sonho que eu acalentava desde meu estágio, que por coincidência foi em uma empresa do tamanho da Madhouse. Na época, 1996, eu assinava uma revista…

Imagem: GraphicStock

Atualmente vemos as pessoas querendo assumir o controle de todas as suas ferramentas e ativos, a internet e os avanços tecnológicos nos dão a impressão de que podemos fazer tudo, em todas as áreas: “Um programa ou um App pode fazer isso?”, “Que programa você usa para atingir tal resultado?”.

Para atender a um desejo sempre existe alguém com a capacidade, o treinamento e o conhecimento para entregar o que você precisa e, se não houver, você pode desenvolver algo e criar um mercado. Mas também sempre tem alguém que quer ganhar dinheiro (tendo isso como único objetivo)…

Fotografia: Startup Stock Photos

12 maneiras de identificar um mau negócio.

Após 20 anos de profissão já sei identificar, antecipadamente, pessoas e empresas potencialmente inadequadas ao meu negócio.

Algumas atitudes são recorrentes naqueles que precisam do seu serviço, mas não têm o menor apreço por ele:

  1. Quando te contactam pela primeira vez não se apresentam (seja por e-mail ou telefone);
  2. Não te dão quase nenhuma informação sobre o projeto a ser desenvolvido, mas querem…

EW Design Studio

Design Faz a Diferença.

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