Azul, Verde, Verão


O céu ameaça um azul apocalíptico, enquanto que, doutro lado, o sol avisa: não é hoje que o mundo vai acabar.

E feito uma explosão química, a banda sonora dá o tom: é tudo calmaria, em meio ao turbilhão.

O mundo se banha de novas águas, mas ainda há tantas fronteiras. Há muito que reluto, na cabeça, entre ir ou ficar.

O mundo se esverdeia de novos montes, atrás de tantas estradas. Há pouco que… aceito?, brigando com a cabeça, que tudo tem seu lugar.

Junho 21, 2017. Bragança, Portugal.