Corrupção na Suécia

Segundo pesquisas recentes, nos últimos 30 anos foram registrados apenas dois casos de corrupção envolvendo políticos suecos. No país existe uma agência chamada “Riksenheten mot Korruption”, uma espécie de Agência Nacional contra a Corrupção que atua na fiscalização e monitoramento de situações que podem caracterizar corrupção.
Segundo os pesquisadores, três fatores que mantém a Suécia fora das listas de países mais corruptos:
Total transparência em todas as esferas do poder governamental;
Alto grau de instrução da população;
Igualdade social.
Veja por exemplo, que a Lei de Acesso Público aos documentos oficiais, foi criada há mais de 175 anos, em 1842, e permite a qualquer cidadão verificar o salário e as despesas de viagem de trabalho de qualquer ocupante de função pública. Aqui no Brasil, uma lei com o mesmo teor, a Lei de Acesso à Informação (Nº 12.527) foi sancionada em 2011.
Na Suécia, os políticos ganham salários próximos à média salarial dos trabalhadores, utilizam transporte público, e têm uma vida comum, como qualquer cidadão sueco. Não são tratados como “excelência”, “doutor” e “eminência” etc. São tratados por “você”. Na Copa de 1958, o Brasil venceu os suecos na final por 5 a 2, mas no comportamento da classe política, eles dão de 10 a 0 em nós.