Que vontade […]

Eu tenho sentido vontade de sentir as vontades que só as nostalgias dão.
Vontade da simplicidade de um campo qualquer, em um Brasil qualquer, que sopra uma brisa leve de verão gelado no meio do mato, que balança a rede, esfria o café e encorpa o fogo do fogão a lenha.

Eu tenho sentido vontade de Julho, vontade de casa, vontade estar longe e de estar perto também. Vontade do trem de Minas, vontade de Minas, vontade de ruas antigas cheias de histórias, vontade dos botecos e dos amores das esquinas de BH… do copo americano.

Eu tenho sentido uma vontade não tão nova, das ruas italianas, das janelas italinas, dos segredos intalianos, do sotaque do idioma, das senhoras italianas, da arquitetura medieval, do chá inglês, do café parisiense, de estar 4h20 em Amsterdam. Da Europa! Eu tenho sentido vontade da saudade de casa, da saudade que da vontade de tá perto, dos amigos e dos rocks, da família e da comida, da proteção e do descaso que fazem forte e enfraquecem…

Vontade de ouvir as músicas antigas das velhas histórias, de músicas novas pro que ainda virá. Vontade de novidade, novidades que aumentam a vontade. Vontade de pessoas novas, pessoas novas que trazem novas vontades. Vontade de que acabe logo, resolva logo, aconteça logo, passe logo e volte logo.

Vontade de conhecer novas músicas, novos amores, velhos amores, outras histórias e depois as mesmas. Outras fotos em outros lugares, outros lugares, outra cultura, outra gente, gente de outro lugar. Vontade… insaciável vontade de mudança, mudanças que mudam as vontades que já se tornaram reais!

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