“Virou rotina chegar em casa, e antes mesmo de tirar a roupa, pegar o celular que estava guardado na bolsa (porque não é seguro mexer no celular na volta do trabalho) e olhar se tem alguma mensagem sua. Qualquer coisa. Um “oi, tudo bem?” ou “como foi seu dia?” mesmo um emoji já é o suficiente para abrir um sorriso e fazer valer o cansativo e estressante dia de trabalho.

Acho que você nem imagina o quanto melhora meu dia e o quanto eu te admiro pela pessoa que você demonstra ser. Você é tão querido, tão amável, maravilhoso, sensacional. A cada mensagem aumenta mais a vontade de continuar a conversa, fico me perguntando “e quando o assunto acabar, o que eu vou fazer?” Sinceramente eu não sei, mas espero que não acabe.

Esse é o quarto ou quinto texto que escrevo sobre você. Talvez você nunca leia nenhum ou nunca ache que é pra você. Ou também quem sabe um dia, se eu estiver nos seus braços numa tarde de domingo assistindo futebol no sofá da sala, eu comente com você sobre esses textos e você me surpreenda dizendo que gostava e sabia que era pra você. Ou se surpreenda ao saber que era sobre você.

É que na verdade, eu sinto necessidade de escrever sobre você e isso não tem lógica alguma. Você me faz perder a cabeça, perder o juízo e a noção…. Mas eu não posso te culpar, porque de certa maneira eu permito que você mexa comigo de uma forma que ninguém conseguiu antes…”

- Brenda Almeida.

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